22 de dezembro de 2011

Tempo

Um silêncio que ao entardecer, descobre a cor da maré. Eu chegarei com o olhar que derramará alegrias.
Para sempre vou te esperar na companhia de um milhão de andorinhas pelo céu. Na minha terra vou descobrir que envelhecer é a grande sabedoria da vida.
Agora amanhece e a alvorada trará quentes luzes de esperança e um céu tão livre.
Terei livros, jogos e camisas e num instante verei, voltarei para uma ilha bem longe da cidade como fiz no passado. Porque o sol pode se esquecer da lua, enquanto as folhas mudam suas cores e um sopro da vida que abre todas as cortinas. E sigo sorrindo por saber que sem mágoa, sem rancor, sem ódio, canto uma canção, um só hino: o da liberdade. De repente, esqueço e lembro-me do futuro venturoso, e de como é bom viver.

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